Esse BLOG tem objetivo Educacional, para acessar as atividades, socializar conhecimento e realizar pesquisas.
Para melhor interação do aluno com seu aprendizado.
Atividades para os alunos da Profª Rosa. Rodrigues
Eu Queria o tempo parar De novo lhe fazer ninar Crescer e mudar não dá pra evitar É o caminho que Deus lhe traçou Brinquedos, gibis,violão Espalhados por todo o lugar Um dia a poeira eu irei tirar No silêncio de não o encontrar
Vou guardá-lo em meu coração As lembranças jamais mudarão Pois quando partir e saudades sentir Estará sempre em meu coração
Os dentinhos você vai trocar E roupas maiores usar O seu caminhar vai prá longe o levar Pois não posso impedir seu querer Os dedinhos que agarram minha mão Coisas grandes eu sei que farão Você não é meu É um presente de Deus E o futuro está em suas mãos
Vou guardá-lo em meu coração As lembranças jamais mudarão Pois quando partir e saudades sentir Estará sempre em meu coração
Pois quando partir e saudades sentir Estará sempre em meu coração
Segundo
o senso comum, argumentar é vencer alguém, forçá-lo a aceitar a nossa verdade.
Esta definição é errada! Seja na escola, na política, no trabalho ou numa
simples conversa, saber argumentar é, primeiramente, saber compreender o
raciocínio do outro. Argumentar é também conseguir o que desejamos, mas de uma
forma construtiva e num sistema de conversa, onde devemos sempre ouvir o que o
outro tem para dizer. O principal objetivo da argumentação é passar a nossa
verdade para a verdade do outro.
Usamos a
argumentação no nosso quotidiano, para propor um aumento de salário, para
apresentar uma opinião ou um projeto inovador, para justificar uma
decisão que tomamos e até para pedir um aumento da mesada.
A
importância da argumentação é imensa. Vejamos: um empresário
ambiciona construir uma parceria com uma empresa de maior reconhecimento que
lhe poderá trazer grandes vantagens ao seu negócio. Será com toda a
certeza necessário defender um produto, um serviço ou uma política da sua
empresa na tentativa de a sua proposta de parceria ser aceite. O
empresário obterá mais sucesso se souber responder às questões que lhe
forem colocadas, de forma clara e inequívoca. Ou seja, terá mais hipóteses se
os seus argumentos forem mais convincentes.
2. SER
ABERTO A NOVAS IDEIAS
Estima-se,
atualmente, que a população humana seja superior a 6,8 bilhões de pessoas.
Embora os nossos cérebros funcionem todos da mesma maneira, através de
sinapses, cada indivíduo pensa de uma forma completamente diferente. Assim,
este elevado número de indivíduos traduz-se, portanto, em uma enormidade de
diferentes formas de pensamento que consequentemente nos proporcionam as ideias
e soluções para os problemas que se nos impõem.
Para
ser filósofo é necessário uma atitude de investigação, não desprezando a
realidade, pois os filósofos procuram resolver os problemas que
surgem da experiência. Isto acontece porque, se o filósofo não for além
dos conceitos que foram estereotipados pela população e dos preconceitos
presentes na sua sociedade, então ele não conseguirá ser aberto a
novas ideias ou novas formas de pensamento. Você, tal como um
filósofo, necessita de ser uma pessoa que seja aberta a novas verdades, ideias
e formas de pensar pois isso vai proporcionar-lhe aumentar significativamente
as suas oportunidades de negócio, conseguir uma melhor estratégia de estudo ou
encontrar diversas soluções para os seus problemas.
3. DESENVOLVER A CAPACIDADE CRÍTICA
Quando se
estuda filosofia,
independentemente do tema ou assunto, as suas capacidades críticas de
raciocínio vão sendo treinadas sem que você sequer dê por isso! Vejamos:Imagine
que é dada a mesma questão filosófica a todos os alunos de uma turma. Os alunos
terão que trabalhar essa questão com o objectivo de encontrarem uma resposta
que responda ao problema inicial. Provavelmente um bom aluno que pense com rigor e seriedade no
assunto, não se contentará com uma perspectiva mais comum ou vulgar que os
restantes colegas. Ele irá realizar uma análise muito mais detalhada ao longo
de todo o seu raciocínio, em busca de uma resposta que satisfaça a questão
dada.
Isto acontece
porque,ao analisar cada vez mais
questões filosóficas ou enigmas lógicos, o nosso cérebro vai progressivamente
aumentando a sua capacidade crítica. Ou seja,
ao longo de algum tempo cada indivíduo será bem capaz de encontrar verdades e
respostas mais eficazes aos problemas ao invés de se contentar apenas com uma
simples solução.
4. A
FILOSOFIA É ÚTIL EM TODOS OS EMPREGOS
Como todos sabemos, a constante prática de exercício físico é indispensável
para ter uma boa saúde. Por exemplo, melhora significativamente as nossas
capacidades respiratórias, motoras e muitos outros pontos essenciais
para a saúde do corpo humano. Tal como na prática de exercício físico,
a Filosofia também se torna numa
ferramenta essencial a qualquer trabalhador que queira desenvolver as suas
capacidades e alcançar o sucesso na sua área profissional.
Ao
estudar e dominar esta área do conhecimento você pode se tornar num melhor
orador para grandes públicos que possam, eventualmente, lançar-lhe questões que
não tinha nos seus planos. Este exemplo é perfeitamente aceitável, assim como
tantos outros.
5. A
FILOSOFIA DESENVOLVE O RACIOCÍNIO LÓGICO
Com a
ajuda da Filosofia (nomeadamente da Lógica)
aprendemos a argumentar corretamente, de forma a podermos expressar e
justificar as nossas opiniões, bem como provocar a livre adesão dos
nossos interlocutores. Através do desenvolvimento de um raciocínio lógico
é possível a organização coerente dos pensamentos e a avaliar a validade
dos argumentos que nos são apresentados, contribuindo assim para desenvolver a
autonomia do espírito crítico.
Vivemos
em sociedade, precisamos de comunicar, expor as nossas ideias e defender os
nossos pontos de vista. Se o fizermos com rigor e clareza, tudo se torna
mais fácil e conseguimos fazer com que as nossas ideias sejam melhor
compreendidas e aceites intelectualmente pelos nossos interlocutores.
Capitalismo
tem seu início na Europa. Suas características aparecem desde a baixa idade
média (do século XI ao XV) com a transferência do centro da vida econômica
social e política dos feudos para a cidade.
O feudalismo
passou por uma grave crise decorrente da catástrofe demográfica causada pela
Peste Negra que dizimou 40% da população européia e pela fome que assolava o
povo. Entretanto, a elevada taxa de natalidade permitiu o aumento progressivo
da população que, em 1500, era de aproximadamente 70 milhões de habitantes em
toda a Europa, o que significava recuperar os níveis anteriores à Peste Negra.
Embora o
povoamento fosse majoritariamente rural, havia ligeira tendência à migração da
população para as cidades. No início do século XVI, algumas delas, como
Nápoles, Paris, Sevilha e Lisboa, contavam com cerca de 200 mil habitantes.
No mundo
rural podem ser destacadas as seguintes transformações entre o s séculos XV e
XVI:
• O Declínio
progressivo da servidão.
• O Pequeno crescimento das rendas agrárias em relação ao aumento das
manufaturas ou no comércio. Com isso, os encargos impostos pela nobreza rural
aos camponeses aumentara, de modo notável.
• A concentração da propriedade rural nas mãos das grandes famílias
nobiliárquicas, com o passar do tempo consolidaram alguns de seis traços e
instituições mais característicos, como os matrimônios endogâmicos e as
primogenituras. A Pequena nobreza emigrou para as cidades.
• As revoltas camponesas, sobretudo no Sacro Império Romano-Germânico (Atual
Alemanha), provocadas por tributos senhoreais, secas, pragas e anos de fome.
Manifestou-se
nas cidades o desejo recíproco de unir, pelo matrimônio, as famílias burguesas
e as da nobreza – classe burguesa. Esta nova classe social buscava o lucro
através de atividades comerciais.
Neste
contexto, surgem também os banqueiros e cambistas, cujos ganhos estavam
relacionados ao dinheiro em circulação, numa economia que estava em pleno
desenvolvimento. Historiadores e economistas identificam nesta burguesia, e
também nos cambistas e banqueiros, ideais embrionários do sistema capitalista :
lucro, acúmulo de riquezas, controle dos sistemas de produção e expansão dos
negócios.
A época
moderna pode ser considerada, exatamente, como uma época de "revolução
social" cuja base consiste na "substituição do modo de produção
feudal pelo modo de produção capitalista". Com as revoluções liberais da
Idade Moderna o capitalismo se estabeleceu como sistema econômico predominante,
pela primeira vez na história, nos países da Europa Ocidental. Algumas dessas
revoluções foram a Revolução Inglesa (1640-60, Hill 1940), a Revolução Francesa
(1789-99, Soboul 1965) e a Independência dos EUA, que construíram o arcabouço
institucional de suporte ao desenvolvimento capitalista. Assim começou a era do
capitalismo moderno.
História
| Transição do Feudalismo para o Capitalismo
Qual
a diferença entre Socialismo e Capitalismo?
Fases do Capitalismo
Primeira
Fase- Capitalismo Comercial ou
Pré-Capitalismo: Essa fase estende-se do século XVI ao XVIII, iniciando-se com
as Grandes Navegações e Expansões Marítimas Européias. O acúmulo de riqueza era
gerado através do comércio de especiarias e matérias-primas não encontradas em
solo europeu.
Segunda
Fase- Capitalismo Industrial: Inicia-se
com a Revolução Industrial. O acúmulo de riqueza provinha do comércio de
produtos industrializados das fábricas européias. Enorme capacidade de
transformação da natureza, por meio da utilização cada vez mais de maquinas
movidas a vapor, gerando uma grande produção onde a multiplicação dos lucros
era cada vez maior.
Terceira
Fase- Capitalismo
Monopolista-Financeiro: Iniciada no século XX (após término da Segunda Guerra
Mundial) e estendendo-se até os dias de hoje. Uma das conseqüências mais
importantes do crescimento acelerado da economia Capitalista foi brutal
processo de centralização dos capitais. Várias empresas surgiram e cresceram
rapidamente: Indústrias, Bancos, Corretoras de Valores, Casas Comerciais e etc.
A acirrada concorrência favoreceu as grandes empresas, levando a fusões e
incorporações que resultaram a parti dos fins do século XIX, na monopolização
de muitos setores da economia.
Capitalismo:
O mundo de hoje / Capitalism: Today's world
Revisão
para o ENEM Evolução do Capitalismo Capitalismo Comercial, Industrial e
Financeiro
Características
do Capitalismo Comercial ou Mercantil
As
principais características do capitalismo comercial são:
·Surgimento da moeda como valor de troca
·Produção de manufaturas
·Divisão Internacional do Trabalho
·Mercantilismo como sistema econômico
·Balança comercial favorável (superavit)
·Protecionismo (taxas alfandegárias)
·Metalismo (acúmulo de metais preciosos)
Características
do Capitalismo Industrial
As
principais características do Capitalismo Industrial são:
·Industrialização e desenvolvimento dos
transportes
·Avanços tecnológicos (era das tecnologias da
informação) e científicos
·Revolução da comunicação e dos transportes
·Cartel(acordo entre empresas),Truste(fusão de empresas dos mesmo
ramo) e oHolding(empresa que controla as
ações).
ANIMAÇÃO
- HOMEM CAPITALISTA
Encontro
do século - Smith e Marx (EJA)
Quem
foi Adam
Smith
Adam Smith
foi um importante filósofo e economista escocês do século XVIII. Nasceu na
cidade escocesa de Kirkcaldy, em 5 de junho de 1723, e faleceu em Edimburgo no
dia 17 de julho de 1790.
Teoria
Em plena
época do Iluminismo, Adam Smith tornou-se um dos principais teóricos do
liberalismo econômico. Sua principal teoria baseava-se na ideia de que deveria
haver total liberdade econômica para que a iniciativa privada pudesse se
desenvolver, sem a intervenção do Estado. A livre concorrência entre os
empresários regularia o mercado, provocando a queda de preços e as inovações
tecnológicas necessárias para melhorar a qualidade dos produtos e aumentar o
ritmo de produção.
As ideias de
Adam Smith tiveram uma grande influência na burguesia europeia do século XVIII,
pois atacavam a política econômica mercantilista promovida pelos reis
absolutistas, além de contestar o regime de direitos feudais que ainda
persistia em muitas regiões rurais da Europa.
A teoria de
Adam Smith foi de fundamental importância para o desenvolvimento do capitalismo
nos séculos XIX e XX.
A Riqueza das Nações
Sua principal
obra foi A Riqueza das Nações escrita em 1776. Nesta obra Adam Smith buscou
diferenciar a economia política da ciência política, a ética e a
jurisprudência. Fez também duras críticas a política mercantilista e sua
intervenção irrestrita na economia. Porém, a teoria principal defendida por
Adam Smith nesta obra é a de que o desenvolvimento e o bem estar de uma nação
advém do crescimento econômico e da divisão do trabalho. Esta última, garante a
redução dos custos de produção e a queda dos preços das mercadorias. Defende
também a livre concorrência econômica e a acumulação de capital como fonte para
o desenvolvimento econômico.
Adam
Smith - Breve Vida e Obra
QUEM FOI KARL MARX
Karl Marxfoi um revolucionário, cientista social, que marcou a
história política com suas ideias humanitárias. Ideias que buscaram promover
uma distribuição de renda justa e equilibrada. Suas ideias influenciaram a
chamadaRevolução
Socialista, movida pela metade da população mundial da época.
Nasceu em 5 de maio de 1818 em
Trier, Renânia, província da Prússia. Vindo de uma família judaico-alemã, foi
batizado em uma igreja protestante. Estudou quando criança em sua cidade natal
e ao concluir entrou para a universidade de Bonn, onde participou da luta
política estudantil. Tempo depois se transferiu para a universidade de Berlim.
No geral cursou Filosofia, História e Direito.
Ainda durante seu
tempo na faculdade, foi membro de uma sociedade criada em torno de um de seus
professores, Bruno Bauer, de Teologia. Este considerava que os evangelhos eram
narrativas fantásticas, criadas por necessidades psicológicas.
Em 1841 apresentou sua tese de doutorado
onde nela continha uma análise das diferenças entre os sistemas filosóficos de
Demócrito e de Epicuro, baseando-se na perspectiva Hegelina, que foi levada por
sua posição política cada vez mais tendenciosa à esquerda republicana. Ainda
neste período, Marx passou a integrar o jornalRheinische Zeitung,onde pouco tempo depois passou a
dirigi-lo.
Em 1843 casou-se com Jenny Von Westphalen
e mudou-se junto a ela para Paris; lá logo tratou de contatar socialistas.
Expulso da França, instalou-se em Bruxelas, onde fez uma consistente amizade
com Friedrich Engels e junto a ele publicou obras, que na tradução chamam-seA sagrada famíliaeA ideologia alemã.Mais tarde publicou oManifesto comunista,também com colaboração de Engels.
Karl Marx participou de diversas
organizações clandestinas com operários e após participar do movimento
revolucionário de 1848 na Alemanha, mudou-se definitivamente para Londres. Lá
publicou em 1852O 18 Brumário De Luís
Bonaparte,obra que faz uma
análise de todo o golpe de estado de Napoleão III. Já em 1859 publicouContribuição à crítica da economia política,e oito anos após este, foi a vez
de publicar o primeiro volume deO capital, suaobramais importante,
cujo tema éeconomia, com abordagem sobre osistema capitalista. Neste livro, aponta estudos sobre o
acúmulo de capital e mostra que a classe dos capitalistas fica cada vez mais
rica à custa dos operários, que cada vez mais empobrecem.
Marx ainda voltou à atividade política,
mas algum tempo depois retirou-se para se dedicar integralmente à continuação
deO capital.Karl Marx morreu no dia 14 de
março de 1883 em Londres. Seus segundo e terceiro volumes foram somente em 1885
e 1894, respectivamente, por Engels.
"MARX"
- O Pensamento de Karl Marx
Filosofia:
Liberalismo, Neoliberalismo e Capitalismo Atual
Trabalho
- Karl Marx
Alienação
Karl Marx
O
que é Capitalismo ? Entenda de forma divertida kkkkk
A Inglaterra iniciou seu processo de expansão
marítima no final do século XV, após a Guerra das Duas Rosas, com a ascensão da
Dinastia Tudor, que deu início a formação do absolutismo e desenvolveu uma
política mercantilista. No entanto, as expedições que a princípio pretendiam
encontrar uma passagem para o Oriente, não tiveram resultados efetivos, seja
pelos conflitos com a Espanha, ou com os povos indígenas na América do Norte.
A
Inglaterra
No século XVII a Inglaterra vivia uma conjuntura
favorável à colonização. O comércio havia dado origem a uma burguesia
enriquecida e dotado o país de uma grande frota, pois no século anterior,
principalmente do reinado de Elizabeth I, o mercantilismo havia se imposto,
utilizando-se inclusive das atividades dos corsários; a Espanha, em decadência,
não tinha condições de manter os territórios que julgava seus pelo Tratado de
Tordesilhas. Do ponto de vista social, havia nas cidades inglesas uma grande
massa de homens pobres, resultado do êxodo rural, provocado pelos "cercamentos"
e outra camada de origem burguesa, porém que sofria com as perseguições
religiosas. Parte desses dois grupos migraram para as colônias da América do
Norte.
A Empresa Colonizadora O início da colonização da América do norte
pelos ingleses deu-se a partir da concessão real a duas empresas privadas: A
Companhia de Londres, que passou a monopolizar a colonização das regiões mais
ao norte, e a Companhia de Plymonth, que recebeu o monopólio dos territórios
mais ao sul. Dessa maneira dizemos que a colonização foi realizada a partir da
atuação da "iniciativa privada". Porém subordinadas as leis do
Estado. A primeira colônia inglesa foi a Virgínia, que
nasceu a partir da fundação da cidade de Jamestown, mas a efetiva ocupação e
desenvolvimento da região levaria algumas décadas, ao longo das quais foram
estabelecidas outras colônias na região sul: Maryland (colônia católica, em
1632) Carolina Do Norte e Carolina do Sul (1663) e Geórgia (1733). Nessas
colônias desenvolveu-se a estrutura tradicional de produção, caracterizada pelo
latifúndio monocultor, voltado para a exportação segundo os interesses da
metrópole, utilizando o trabalho escravo africano.
As Colônias do Norte têm sua origem na fundação
da cidade de New Plymonth ( Massachussets) em 1620, pelos "peregrinos do
mayflower", puritanos que fugiam da Inglaterra devido as perseguições
religiosas e que estabeleceram um pacto, segundo o qual o governo e as leis
seguiriam a vontade da maioria. A partir de NewPlymonth novos núcleos foram
surgindo, vinculados a atividade pesqueira, ao cultivo em pequenas propriedades
e ao comércio. No entanto a intolerancia religiosa determinou a migração para
outras regiões e assim novas colônias foram fundadas: Rhode Island e
Connecticut (1636) e New Hampshire (1638). Nessa região, denominada
genericamente de "Nova Inglaterra" as colônias prosperaram
principalmente devido ao comércio. Do ponto de vista da produção, a economia
caracterizou-se pelo predomínio da pequena propriedade policultora, voltada aos
interesses dos próprios colonos, utilizando-se o trabalho livre, assalariado ou
a servidão temporária.
As Colônias do Centro foram as últimas a
surgirem, após a Restauração da Monarquia inglesa em 1660. A ocupação da região
ocorreu principalmente por refugiados religiosos e foi onde o pensamento liberal
rapidamente enraizou-se, tanto do ponto de vista político como religioso. Nova
Iorque, Pensilvânia, Nova Jérsei e Delaware desenvolveram tanto a agricultura
em pequenas propriedades como a criação de animais, com uma produção
diversificada e estrutura semelhante à da Nova Inglaterra.
A Organização Política
As 13 colônias eram completamente independentes
entre si, estando cada uma delas subordinada diretamente à metrópole. Porém
como a colonização ocorreu a partir da iniciativa privada, desenvolveu-se um
elevado grau de autonomia político-administrativa, caracterizada principalmente
pela idéia do auto-governo. Cada colônia possuía um governador, nomeado, e
que representava os interesses da metrópole, porém existia ainda um Conselho,
formado pelos homens mais ricos que assessorava o governador e uma Assembléia
Legislativa eleita, variando o critério de participação em cada colônia,
responsável pela elaboração das leis locais e pela definição dos impostos. Apesar dos governadores representarem os
interesses da metrópole, a organização colonial tendeu a aumentar constantemente
sua influência, reforçando a idéia de "direitos próprios".
O Desenvolvimento Econômico
As características climáticas contribuíram para
a definição do modelo econômico de cada região, o clima tropical no sul e
temperado no centro-norte. no entanto foi determinante o tipo de sociedade e de
interesses existentes. Na região centro norte a colonização foi efetuada por um
grupo caracterizado por homens que pretendiam permanecer na colônia (ideal de
fixação), sendo alguns burgueses com capitais para investir, outros
trabalhadores braçais, livres, caracterizando elementos do modelo capitalista,
onde havia a preocupação do sustento da própria colônia, uma vez que havia
grande dificuldade em comprar os produtos provenientes da Inglaterra. A agricultura intensiva, a criação de gado e o
comércio de peles, madeira, e peixe salgado, foram as principais atividades
econômicas, sendo que desenvolveu-se ainda uma incipiente indústria de
utensílios agrícolas e de armas. Em várias cidades litorâneas o comércio
externo se desenvolveu, integrando-se às Antilhas, onde era obtido o rum,
trocado posteriormente na África por escravos, que por sua vez eram vendidos
nas colônias do sul: Assim nasceu o "Comércio Triangular",
responsável pela formação de uma burguesia colonial e pela acumulação
capitalista.